Liturgia e espiritualidade à luz do Concílio Vaticano II
Abstract
Vivemos em um mundo plural e muito rápido em suas mudanças, correndo o risco da dispersão, trocando o essencial pelo secundário. As diversas experiências de Deus e com Deus levam as pessoas a um subjetivismo expresso nos costumes, quando não a um autorreferencial que tira o foco do primado da Graça, da presença mesma de Deus, que atua com o Seu Espírito. Para o cristianismo, a espiritualidade ou mística é a experiência de um Deus encarnado, de uma pessoa, não de uma ideia, de Cristo Jesus, Filho de Deus vivo, Princípio Fim, Salvador do gênero humano.
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